Réveillon no Vale do Pati - 2026
O Réveillon no Vale do Pati é mais que uma festa: é uma imersão na História, Cultura e Aventura da Chapada Diamantina. Nossa missão é te oferecer uma virada de ano inesquecível, unindo trekking, natureza e a hospitalidade dos nativos
Alexandre Freire - Fundador e Historiador
Por que escolher o Vale do Pati como seu destino de fim de ano?
Paisagens deslumbrantes
Cachoeiras, grutas e mirantes de tirar o fôlego.
Desconexão completa
Um refúgio remoto e preservado.
Cultura autêntica
Convivência única com os Patizeiros.
Data escolhida sob medida
De 28 de Dezembro a 01 de Janeiro.
Guias especializados
Segurança e experiências enriquecedoras.
Virada do Ano no Pati do dia 28/12 a 01/01
Dia 1 – Palmeiras – Guiné / Gerais do rio Preto / Mirante da Rampa / Ruinha / Cachoeiras do rio Funis / Casa dos Nativos;
Do ponto de partida até o alto dos Gerais
Nossa aventura começa com o deslocamento a partir dos municípios de Lençóis ou Palmeiras em direção ao pequeno povoado do Guiné, porta de entrada para a travessia. A partir dali, iniciamos a subida pelo Beco ou pelo Aleixo — a escolha do trajeto dependerá da avaliação do condutor local, sempre atento às condições da trilha. Conforme avançamos, alcançamos os altiplanos dos Gerais do Rio Preto, um cenário que se abre diante dos olhos em uma imensidão de campos e serras.
O mirante que revela o Vale
Depois de cruzarmos o próprio Rio Preto, surge um dos pontos mais marcantes do dia: o Mirante do Pati, também conhecido como Mirante da Rampa. É aqui que o grupo faz uma pausa para contemplar a paisagem arrebatadora, ouvir explicações sobre a geografia, a história e a geologia da região, e, claro, registrar o momento com fotografias que ficarão para sempre na memória.
Descendo rumo à Igrejinha
Do mirante, seguimos pela descida da Rampa, caminho que nos conduz até a Ruinha, popularmente chamada de Igrejinha. Esse lugar, que por muito tempo foi a principal capela do Vale, guarda as histórias dos moradores que se reuniam para celebrar missas e encontros comunitários. Aqui, além de um mergulho cultural, fazemos também uma pausa para o lanche, recarregando as energias para o restante da jornada.
Banho nas águas do Rio Funis
Revigorados, retomamos a trilha descendo o curso do Rio Funis, onde três cachoeiras se revelam ao longo do caminho. Entre elas, a Cachoeira do Funis é a principal parada: um convite irresistível para um banho refrescante em meio às águas cristalinas, que marcam a essência do contato direto com a natureza da Chapada Diamantina.
Encerrando o primeiro dia
Após a imersão nas cachoeiras, seguimos rumo à hospedagem previamente selecionada, onde a noite será de descanso merecido, cercados pela tranquilidade e pelo acolhimento característicos do Vale do Pati. Assim encerramos o primeiro dia, já com o coração preenchido pelas primeiras impressões dessa travessia única.
Quilometragem aproximada: 12 KM
Dia 2 – Casa dos Nativos / rio Funis / subida do Morro do Castelo / Visitação do Mirante do Pati do Meio / Visitação do Mirante do rio Lapinha / Retorno a Casa dos Nativos;
Pela manhã, rumo ao Morro da Lapinha
Após um café da manhã reforçado, retomamos a caminhada atravessando um trecho do Rio Funis, seguindo em direção ao Morro da Lapinha. Logo no início, encaramos uma subida exigente, repleta de trechos com lama, pedras e pequenos lances de escalaminhada, que desafiam o corpo e tornam a conquista ainda mais gratificante.
Primeiras vistas do Pati do Meio
No alto do percurso, alcançamos o primeiro mirante, de onde se descortina o Pati do Meio, região que se estende às margens do Rio Funis. A vista é um convite para parar por alguns instantes, respirar fundo e sentir a grandiosidade da Chapada Diamantina emoldurando o horizonte.
A travessia pela Gruta da Lapinha
Seguindo adiante, chegamos à Gruta da Lapinha, um ponto marcante da trilha. Para atravessá-la, é indispensável o uso de lanternas, que iluminam os contornos rochosos e criam uma atmosfera única de aventura e mistério.
Mirantes panorâmicos e a Cachoeira do Calixto
Do outro lado da gruta, o esforço da subida é recompensado com os mirantes que revelam paisagens de tirar o fôlego. Dali, é possível avistar o Rio da Lapinha e, ao longe, a imponente Cachoeira do Calixto. Além da beleza natural, este é também um momento de conexão cultural, quando o guia compartilha curiosidades históricas e geográficas sobre a região, que se abre em amplas direções dentro do Parque Nacional da Chapada Diamantina.
Retorno e banho no Rio Funis
Concluída a contemplação no topo, iniciamos a descida pelo mesmo caminho, agora em ritmo mais tranquilo. Ao chegar novamente ao Rio Funis, um banho refrescante sela a conquista da jornada, lavando o cansaço da subida.
Noite de descanso entre nativos
Depois do mergulho, seguimos de volta à casa dos nativos, onde o acolhimento e a simplicidade tornam a experiência ainda mais especial. O segundo dia se encerra com uma sensação de superação e imersão total na natureza e na cultura do Vale.
Quilometragem aproximada: 08 KM
Dia 3 – Casa dos Nativos / Cachoeirão por Cima / Fenda do Cachoeirão / Casa do Nativo.
A trilha mais longa da travessia
O terceiro dia é marcado pela caminhada mais extensa da expedição de cinco dias. Partimos do Pati do Meio em direção ao imponente Cachoeirão por Cima, considerado a maior queda d’água do Vale do Pati e a segunda maior da Chapada Diamantina, com impressionantes 280 metros de altura.
Contemplação no Vale do Cachoeirão
Ao chegar à borda do cânion, o esforço é recompensado com um espetáculo grandioso: o Vale do Cachoeirão se abre em toda sua magnitude, revelando a densa mata atlântica que acompanha o curso do rio. Das pedras do mirante, é possível contemplar uma das paisagens mais icônicas e inesquecíveis de toda a travessia — cenário perfeito para fotos e momentos de silêncio diante da força da natureza.
Retorno pelo caminho do Arrodeio
Depois de aproveitar a imensidão do Cachoeirão e ouvir as explicações sobre sua geografia e história, iniciamos o retorno pela trilha conhecida como Arrodeio. Essa rota alternativa é mais longa, mas traz consigo o charme de uma caminhada leve e divertida, que se transforma em um convite à convivência e à troca de histórias ao longo do caminho.
Encerrando o dia com acolhimento
Ao final da tarde, regressamos à Casa do Nativo, onde o descanso vem acompanhado da hospitalidade simples e calorosa que torna o Vale do Pati ainda mais especial. O terceiro dia se encerra com a sensação de ter testemunhado um dos pontos altos da travessia, tanto no sentido físico quanto emocional.
Quilometragem aproximada: 18 KM
Dia 4 – Casa dos Nativos / Poço da Árvore / Pati de Baixo/ Casa de Nativos.
Do Pati do Meio ao Pati de Baixo
Deixamos a hospedagem no Pati do Meio e seguimos em direção ao Pati de Baixo, área do vale que pertence ao município de Andaraí. Diferente dos dias anteriores, este será o trecho mais tranquilo da travessia, com pouco desnível, proporcionando um ritmo leve de caminhada e a chance de aproveitar ainda mais o entorno natural.
O encanto do Poço da Árvore
Ao longo do percurso, chegamos a um dos atrativos mais marcantes do dia: o Poço da Árvore. Como o próprio nome indica, trata-se de um poço de águas cristalinas cercado pelas serras do Vale do Pati. Considerado um dos maiores da Chapada Diamantina, é um verdadeiro convite para mergulhar, relaxar e aproveitar o tempo sem pressa. Essa pausa prolongada permite que o corpo se recupere e que a mente se entregue ao silêncio e à beleza da paisagem.
Descanso no Pati de Baixo
Após o banho e o tempo de contemplação, retomamos a trilha rumo ao pouso selecionado no Pati de Baixo. Ali, encerramos o quarto dia da travessia em clima de tranquilidade, recarregando as energias para a despedida do Vale no último dia da jornada.
Quilometragem aproximada: 10 KM
Dia 5 – Casa dos Nativos / Ladeira do Império / Mirante de Andaraí / Andaraí / Lençóis.
Subida matinal rumo a Andaraí
No quinto e último dia, acordamos cedo para iniciar a subida da famosa Ladeira do Império, evitando o sol forte do meio da manhã. O trajeto, com cerca de 12 km, leva em média cinco horas de caminhada, conduzindo-nos de volta à civilização após dias de total imersão na natureza.
História e paisagens ao longo do caminho
Durante a trilha, passamos por um dos patrimônios históricos mais emblemáticos do Vale: a Ladeira do Império, construída na década de 1950 para facilitar o acesso à região. Seguindo adiante, o percurso presenteia o olhar com belas paisagens, incluindo os cursos dos rios Ramalho e Baiano, além de um mirante especial com vista panorâmica para a cidade de Andaraí.
Chegada em Andaraí e celebração
Ao meio-dia, concluímos a descida no centro da cidade, onde um carro nos aguarda. Antes de prosseguir viagem, fazemos uma parada para saborear um delicioso sorvete artesanal na Sorveteria Apolo, reconhecida como uma das melhores da Chapada Diamantina — um merecido brinde ao esforço e às conquistas da jornada.
Encerrando a travessia e celebrando o Réveillon
De Andaraí, seguimos em transporte privado até Lençóis, ponto final dos nossos serviços após cinco dias intensos de trekking, descobertas e emoções. Mais do que o encerramento da trilha, este é também o momento de celebrar a virada do ano no coração do Vale do Pati, experiência que uniu aventura, cultura e natureza em um Réveillon inesquecível na Chapada Diamantina.
Quilometragem aproximada: 12 KM
Quilometragem total: 60 KM
Os roteiros não são fixos e imutáveis. As condições climáticas e físicas podem alterar o rumo da trilha, e o Condutor estará atento a essas casualidades. Uma vez os planos de rota alterados, o grupo será comunicado previamente dos motivos e também da nova programação.
Informações importantes
O que está incluso?
- Transporte (ida e volta)
- Hospedagem
- Alimentação completa durante a trilha
- Guia local especializado
- Seguro Aventura
O que não está incluso?
- Evacuação Médica
- Carregadores pessoais
- Itens de uso pessoal (mochilas, capas de chuva, lanternas, saco de dormir, etc)
- Consumo pessoal nas casas dos nativos
- Refeições e hospedagens antes e depois do Trekking (Incluindo primeiro café da manhã e janta no último dia)
Sobre o investimento
- R$ 2.500,00 à vista no Pix, Dinheiro ou Boleto – Somente para reservas até 30/08.
- R$ 2.580,00 à vista nos cartões de crédito ou débito.
- R$ 2.750 até 5x no Cartão de Crédito
- R$ 2.880 até 10x no Cartão de Crédito
- As reservas serão feitas mediante o pagamento de 30% do valor da trilha à vista (R$ 750);
A reserva da vaga é feita pelo pagamento de 30% do valor total da trilha. Os outros 70% deverão ser pagos em até 48 h úteis antes da data selecionada para a trilha; Para quem optar por parcelamento, o mesmo será feito de forma online, através da plataforma Pagbank (PagSeguro), ou presencialmente através da plataforma TON (Stone).
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O que é o Vale do Pati?
O Vale do Pati é um dos trekkings mais bonitos do Brasil. Localizado entre as montanhas do Parque Nacional da Chapada Diamantina, suas trilhas levam a mirantes, cachoeiras, grutas, poços e paisagens inefáveis. Seus caminhos percorrem a história da comunidade do Vale do Pati, que moram na região desde muito antes da criação da reserva ambiental. Atualmente, é o terceiro trajeto de montanhismo mais feito no mundo.
Como funciona a Travessia do Vale do Pati?
A Travessia do Vale do Pati dispensa itens como barraca, saco de dormir e isolante, pois nos hospedamos nas casas dos nativos do Vale. Estimulando o Turismo Comunitário, a comunidade patizeira está de portas abertas para receber os turistas, incluindo, além das acomodações, deliciosos buffets durante o café da manhã e a janta. Durante as trilhas, nossos guias também preparam deliciosos lanches. As trilhas possuem entre 300 e 500 m de desnível positivo e negativo por dia, e nos levam a uma grande variedade de atrativos e paisagens deslumbrantes.
Como funciona a alimentação no Vale do Pati?
Os nativos são responsáveis por servir café da manhã e janta durante a trilha, e são as principais refeições do dia. Todas as refeições são pensadas em garantir uma imersão cultural ao visitante, com muitos pratos típicos do Nordeste e da própria Chapada Diamantina. Cuscuz, queijos, leite, biscoitos, frutas da estação, ovos caipiras, torradas, pães, tortas, bolos são esperados durante o café da manhã. Na janta, que é servida como almoço, esperamos uma grande variedade de cortadinhos, como o godó e mamão verde, pratos típicos da Chapada, além de feijão, arroz, saladas, macarronada, carnes vermelhas, de aves e suínos, farofas e etc. São refeições dignas de um restaurante com estrela Michelin.
E qual o nível de dificuldade do Vale do Pati?
O roteiro possui nível de dificuldade moderado, com trechos específicos com dificuldade mais elevada. Caminhamos no geral cerca de 10 km por dia, com desnível entre 300 e 500 metros de elevação positiva e negativa por dia. Durante trilhas como o Morro do Castelo, é necessário a utilização das mãos para alcançar pedras mais altas, a famosa “escalaminhada”. No entanto, o trajeto não apresenta trechos técnicos consideráveis. Por isso mesmo, o Vale do Pati embora exigente fisicamente, pode ser feito por qualquer pessoa, desde que tenha um condicionamento físico razoável.
Quantas horas caminhamos por dia no Vale do Pati?
A quantidade de tempo que levamos para chegar nos atrativos depende bastante do ritmo imposto pelo grupo. Quanto melhor o condicionamento e experiência prévia, mais rápido em geral é a caminhada durante o dia. Numa média geral, contando o tempo de paradas, caminhada, fotos e piquenique, caminhamos por volta de 8h por dia.
Qual o preparo físico necessário para fazer o Vale do Pati?
Embora não seja uma trilha de difícil nível técnico, o Vale do Pati é exigente fisicamente. Raramente encontramos trechos planos pelas trilhas, e em sua maioria subimos e descemos por elevações que variam de 200 a 400 metros. Não é necessário experiências prévias, mas um sistema cardiovascular fortalecido é o maior aliado de um trilheiro em caminhos com elevação razoável. Portanto, recomendamos costume e práticas com exercícios aeróbicos.
Existe sinal de celular no Vale do Pati? E internet?
Durante o Trekking do Vale do Pati, não temos sinal de celular nem internet. As casas são equipadas com placa solar apenas para uso básico de equipamentos que auxiliam na vida dos patizeiros, como lâmpadas e geladeiras. A internet no Vale existe, mas é de uso exclusivo da comunidade e dos guias.
Estou sozinho. Como posso participar do Trekking do Vale do Pati?
Se você está sozinho, o ideal é se unir a um grupo. Temos saídas todas as semanas para o Trekking do Vale do Pati, e você pode participar de nossas vivências que vão de 3 a 5 dias, ou escolher nossos roteiros com Fumacinha e Buracão que vão de 5 a 8 dias. Acreditamos que todas as vivências em grupo são muito mais enriquecedoras que sozinho.
Como faço pra chegar no ponto de encontro para ir pro Vale do Pati?
O ponto de encontro para sairmos para o trekking se dá nas cidades de Lençóis ou Palmeiras, municípios às margens da BR 242. A forma mais fácil de chegar até nós é pegando um ônibus em Salvador até os munícipios, oferecidos pela viação Guanabara, que opera 4 ou mais horários por dia, a depender da época. Além dessa opção, também existem voos operados pela Azul de Confins e Salvador para o aeroporto de Lençóis.
Qual o tamanho dos grupos no Vale do Pati?
Os grupos são de variados tamanhos para o trekking do Vale do Pati, mas em via de regra, cada guia fica com até 5 turistas. Essa proporção de guias e turistas é muito importante para que cada guia consiga dar atenção devida a cada visitante do Parque, tanto em termos de suporte como de passar informações de segurança e de curiosidades sobre a trilha.
O que está incluso nos roteiros do Vale do Pati?
Pensando na maior comodidade e otimização dos roteiros para o Vale do Pati em relação aos visitantes, nossos pacotes incluem transporte saindo e voltando por Lençóis ou Palmeiras, alimentação completa durante o trekking com 3 refeições por dia, guias locais qualificados para atuar em ambientes remotos, hospedagem na casa dos nativos e um seguro aventura de brinde. Ou seja, tudo que você vai precisar durante a caminhada.
Posso guardar objetos extras que não irei precisar para a trilha do Pati?
Sim, pode. Nosso hostel parceiro Buena Vibe Hostel oferece serviço de guarda-volumes para quem precisa.
O que preciso levar para a trilha do Vale do Pati?
A Checklist para o trekking do Vale do Pati é bem resumida. Como já temos apoio e suporte por parte dos nativos em relação a pernoite e alimentação, nos resta apenas cuidar de itens básicos para garantir uma caminhada confortável.
Indicamos trazer algumas mudas de roupas para caminhada e pernoite na casa dos nativos, bem como acessórios extras como corta-vento, capa de chuva ou Anorak para frio ou clima adverso. Demais itens como protetor solar, chapéu, repelente, lanterna de cabeça também não podem faltar. Em geral, as mochilas variam de 6 a 8kg.
Como funcionam as acomodações no Vale do Pati?
As casas de apoio possuem quartos compartilhados e quartos privativos. Os quartos compartilhados possuem entre 4 e 8 beliches, e temos colchões, travesseiros, roupa de cama e banho nos quartos. Nos quartos privativos, geralmente apenas a estrutura para um colchão de casal com roupa de cama e banho. Os quartos não possuem tomadas próprias, e o carregamento dos celulares devem ser realizados em áreas comuns. Atenção; os quartos privativos são prioridade dos casais.
A Cachoeira da Fumacinha e do Buracão ficam no Vale do Pati?
Não. Embora oferecemos roteiros que incluem Vale do Pati, Buracão e Fumacinha, é incorreto dizer que esses atrativos ficam dentro do Vale do Pati. Buracão e Fumacinha fazem parte do Sul do Parque, e estão inseridos no município de Ibicoara. Oferecemos toda a logística de transporte na Chapada Diamantina através do roteiro Trilogia Chapada, que pode ser feito entre 5 e 8 dias, contando com Vale do Pati 3 ou 5 Dias e Sul do Parque.
Como funciona a logística para o roteiro de Vale do Pati com Fumacinha e Buracão?
Ao sair do Vale do Pati, pegamos um transporte rumo à cidade de Ibicoara no dia seguinte a finalização do trekking. Nos hospedamos na casa dos nativos do Baixão em Ibicoara, que possuem estruturas semelhantes a pousadas. Lá, assim como no Vale, também é servido jantar e café da manhã. Após realizarmos os roteiros, seguimos para o pernoite na cidade de Mucugê, onde teremos hospedagem com café da manhã e janta por conta de cada visitante.
Qual a diferença entre os roteiros de 3 e 5 dias no Vale do Pati?
Os roteiros de 3 e 4 dias no Vale do Pati incluem um circuito de 360° passando por alguns dos principais pontos de referência do Vale. No entanto, é no roteiro de 5 dias que realizamos a Travessia do Vale do Pati, entrando pela face Oeste do Vale, em Guiné, e terminando no lado Leste, na histórica cidade de Andaraí. Além disso, quanto mais dias, mais atrativos visitados. No roteiro de 5 dias, a grande diferença é a visita ao Cachoeirão por Baixo, um dos cânions mais incríveis da Chapada Diamantina, além da Ladeira do Império, que possui alguns dos mirantes mais bonitos para o Vale e para a cidade de Andaraí.
Qual a diferença entre os roteiros de 5 e 8 dias no Trilogia Chapada?
O roteiro de 5 dias do Trilogia Chapada engloba o pacote de 3 dias no Vale do Pati, além dos roteiros do Buracão e da Fumacinha no Sul da Chapada Diamantina. Já os roteiros de 6 e 8 dias, agregamos além do Buracão e da Fumacinha, um pernoite extra na cidade de Mucugê, e a visitação do Poço Azul e Poço Encantado. Além disso, no roteiro de 8 dias, conhecemos o Vale do Pati em 5 dias ao invés de apenas 3 dias.
Com quem irei fazer as trilhas?
Nossa agência foi fundada e idealizada por Alexandre Freire, Montanhista e Historiador no Parque Nacional da Chapada Diamantina. Todos os guias foram rigorosamente treinados em cursos como o da NBR 21102, por instrutores como Helder Madeira, ex diretor de uma das maiores organizações de Turismo de Aventura no Brasil, a OutWard Bound. Além disso, todos os guias também possuem Curso de Resgate em Áreas Remotas, oferecido por empresas como Med Extrema e WMA Brasil, referências em saúde em áreas remotas. Além de cursos de curta ou média duração em história, geologia, geografia e demais aspectos sobre o Parque Nacional.










