Carnaval no Vale do Pati
Trilha do Carnaval no Vale do Pati - De 14/02 a 17/02
O Vale do Pati, no coração do Parque Nacional da Chapada Diamantina (BA), é considerado uma das trilhas mais bonitas do Brasil. Durante o Carnaval 2025, você vai trocar o agito das cidades por um trekking único em meio a montanhas, mirantes, rios e cachoeiras (incluindo a segunda maior do país).
As caminhadas variam entre 12 e 15 km por dia, sendo ideais para quem busca contato profundo com a natureza, aventura e conexão cultural com as comunidades locais. Uma experiência exclusiva para quem quer um Carnaval diferente, imersivo e inesquecível.
Roteiro dia a dia
Dia 1 – Palmeiras → Guiné | Gerais do Rio Preto, Mirante da Rampa e Cachoeiras do Funis;
No primeiro dia, faremos o deslocamento dos municípios de Lençóis ou Palmeiras até o povoado do Guiné. Subiremos pelo Beco ou Aleixo (a depender da escolha do condutor) até os altiplanos do Gerais do Rio Preto.
Depois de atravessar o rio, alcançaremos o Mirante do Pati (ou Mirante da Rampa), ponto estratégico para contemplar e registrar belas fotos da geografia e da história local.
Em seguida, descemos até a Ruinha (Igrejinha), antiga capela do Pati, onde os moradores se reuniam para missas. Faremos uma pausa para lanche e visita ao espaço cultural.
A trilha continua pelo leito do Rio Funis, passando por suas três cachoeiras. O ponto alto é a Cachoeira do Funis, ideal para banho revigorante antes de seguirmos rumo à hospedagem escolhida para o pernoite.
Quilometragem percorrida: 12km
Dia 2 – Morro do Castelo, Gruta da Lapinha e Mirantes do Pati
Após o café da manhã na Casa dos Nativos, seguimos em direção ao rio Funis para atravessá-lo e iniciar a subida do Morro da Lapinha. O trajeto exige esforço físico: trechos com lama, pedras e escalaminhadas até alcançar o primeiro mirante, de onde se tem vista privilegiada do Pati do Meio, às margens do rio Funis.
A aventura continua até a Gruta da Lapinha, atravessada com lanternas, proporcionando uma experiência única de imersão. Após a travessia, chegamos aos principais mirantes da região, com panorâmica do rio Lapinha e da imponente Cachoeira do Calixto. O local é ideal para contemplar a amplitude do Parque Nacional da Chapada Diamantina, com explicações sobre a geografia e a história local.
Na descida, retornamos ao rio Funis para um banho revigorante, antes de seguir de volta à Casa dos Nativos, onde será feito o pernoite.
📏 Quilometragem aproximada: 8 km
Dia 3 – Antiga Prefeitura do Pati, Poço da Árvore e Encontro dos Rios
Após o café da manhã, seguimos em direção ao prédio da Antiga Prefeitura do Pati, hoje transformado em hospedaria conduzida pelo Sr. Jailson e D. Maria. O local oferece uma vista privilegiada do Morro do Castelo, um dos cartões-postais mais icônicos da Chapada Diamantina, ideal para fotos e explicações sobre a história e a geologia da região.
Caminhando mais alguns minutos, chegamos ao Poço da Árvore, considerado um dos melhores pontos de banho de todo o Vale do Pati, formado por pequenas cascatas no leito do rio Funis (também conhecido como Piabas).
Em seguida, visitamos o Encontro dos rios Lapinha e Funis, um espetáculo natural que revela a lógica hidrográfica do Pati e proporciona um mergulho inesquecível. Após esse momento de contemplação e descanso, retornamos à Casa dos Nativos para pernoite.
📏 Quilometragem aproximada: 8 km
Dia 4 – Cachoeirão por Cima e Retorno pelo Gerais do Rio Preto
Após o café da manhã, partimos para a última jornada no Vale do Pati: a visita ao Cachoeirão por Cima, um dos visuais mais impressionantes da Chapada Diamantina. O acesso pode ser feito pela Fenda da Prefeitura ou pelo caminho do Arrodeio (a escolha é definida em conjunto com o condutor).
Do alto, contemplamos a vista panorâmica de todo o Vale do Cachoeirão, com suas dezenas de quedas d’água na estação chuvosa, além das serras que compõem o belíssimo cenário de Andaraí.
Na sequência, retornamos pelos Gerais do Rio Preto, descendo pelo Beco ou Aleixos, até o povoado do Guiné, onde encerra-se a trilha. De lá, um carro fará o traslado de volta para Palmeiras ou Lençóis, concluindo nossa expedição de Carnaval.
📏 Quilometragem aproximada: 16 km
📊 Quilometragem total do trekking: 44 km
Informações importantes
O que está incluso?
- Transporte (ida e volta)
- Hospedagem
- Alimentação completa durante a trilha
- Guia local especializado
- Seguro Aventura
O que não está incluso?
- Evacuação Médica
- Carregadores pessoais ou mulas
- Itens de uso pessoal (mochilas, capas de chuva, lanternas etc)
- Consumo pessoal nas casas dos nativos
- Refeições e hospedagens antes e depois do Trekking (Incluíndo primeiro café da manhã e janta no último dia)
Sobre o investimento
- R$ 2.100,00 à vista no Pix, Dinheiro ou Boleto. Parcelamos em até 4x com acréscimo de 5% no valor e até 10x com acréscimos de taxas por parcela (consulte);
- As reservas serão feitas mediante o pagamento de 30% do valor da trilha à vista (R$ 550);
- A reserva da vaga é feita pelo pagamento de 30% do valor total da trilha. Os outros 70% deverão ser pagos em até 48 h úteis antes da data selecionada para a trilha;Para quem optar por parcelamento, o mesmo será feito de forma online, através da plataforma Pagbank (PagSeguro), ou presencialmente através da plataforma TON (Stone).
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O que é o Vale do Pati?
O Vale do Pati é um dos trekkings mais bonitos do Brasil. Localizado entre as montanhas do Parque Nacional da Chapada Diamantina, suas trilhas levam a mirantes, cachoeiras, grutas, poços e paisagens inefáveis. Seus caminhos percorrem a história da comunidade do Vale do Pati, que moram na região desde muito antes da criação da reserva ambiental. Atualmente, é o terceiro trajeto de montanhismo mais feito no mundo.
Como funciona a Travessia do Vale do Pati?
A Travessia do Vale do Pati dispensa itens como barraca, saco de dormir e isolante, pois nos hospedamos nas casas dos nativos do Vale. Estimulando o Turismo Comunitário, a comunidade patizeira está de portas abertas para receber os turistas, incluindo, além das acomodações, deliciosos buffets durante o café da manhã e a janta. Durante as trilhas, nossos guias também preparam deliciosos lanches. As trilhas possuem entre 300 e 500 m de desnível positivo e negativo por dia, e nos levam a uma grande variedade de atrativos e paisagens deslumbrantes.
Como funciona a alimentação no Vale do Pati?
Os nativos são responsáveis por servir café da manhã e janta durante a trilha, e são as principais refeições do dia. Todas as refeições são pensadas em garantir uma imersão cultural ao visitante, com muitos pratos típicos do Nordeste e da própria Chapada Diamantina. Cuscuz, queijos, leite, biscoitos, frutas da estação, ovos caipiras, torradas, pães, tortas, bolos são esperados durante o café da manhã. Na janta, que é servida como almoço, esperamos uma grande variedade de cortadinhos, como o godó e mamão verde, pratos típicos da Chapada, além de feijão, arroz, saladas, macarronada, carnes vermelhas, de aves e suínos, farofas e etc. São refeições dignas de um restaurante com estrela Michelin.
E qual o nível de dificuldade do Vale do Pati?
O roteiro possui nível de dificuldade moderado, com trechos específicos com dificuldade mais elevada. Caminhamos no geral cerca de 10 km por dia, com desnível entre 300 e 500 metros de elevação positiva e negativa por dia. Durante trilhas como o Morro do Castelo, é necessário a utilização das mãos para alcançar pedras mais altas, a famosa “escalaminhada”. No entanto, o trajeto não apresenta trechos técnicos consideráveis. Por isso mesmo, o Vale do Pati embora exigente fisicamente, pode ser feito por qualquer pessoa, desde que tenha um condicionamento físico razoável.
Quantas horas caminhamos por dia no Vale do Pati?
A quantidade de tempo que levamos para chegar nos atrativos depende bastante do ritmo imposto pelo grupo. Quanto melhor o condicionamento e experiência prévia, mais rápido em geral é a caminhada durante o dia. Numa média geral, contando o tempo de paradas, caminhada, fotos e piquenique, caminhamos por volta de 8h por dia.
Qual o preparo físico necessário para fazer o Vale do Pati?
Embora não seja uma trilha de difícil nível técnico, o Vale do Pati é exigente fisicamente. Raramente encontramos trechos planos pelas trilhas, e em sua maioria subimos e descemos por elevações que variam de 200 a 400 metros. Não é necessário experiências prévias, mas um sistema cardiovascular fortalecido é o maior aliado de um trilheiro em caminhos com elevação razoável. Portanto, recomendamos costume e práticas com exercícios aeróbicos.
Existe sinal de celular no Vale do Pati? E internet?
Durante o Trekking do Vale do Pati, não temos sinal de celular nem internet. As casas são equipadas com placa solar apenas para uso básico de equipamentos que auxiliam na vida dos patizeiros, como lâmpadas e geladeiras. A internet no Vale existe, mas é de uso exclusivo da comunidade e dos guias.
Estou sozinho. Como posso participar do Trekking do Vale do Pati?
Se você está sozinho, o ideal é se unir a um grupo. Temos saídas todas as semanas para o Trekking do Vale do Pati, e você pode participar de nossas vivências que vão de 3 a 5 dias, ou escolher nossos roteiros com Fumacinha e Buracão que vão de 5 a 8 dias. Acreditamos que todas as vivências em grupo são muito mais enriquecedoras que sozinho.
Como faço pra chegar no ponto de encontro para ir pro Vale do Pati?
O ponto de encontro para sairmos para o trekking se dá nas cidades de Lençóis ou Palmeiras, municípios às margens da BR 242. A forma mais fácil de chegar até nós é pegando um ônibus em Salvador até os munícipios, oferecidos pela viação Guanabara, que opera 4 ou mais horários por dia, a depender da época. Além dessa opção, também existem voos operados pela Azul de Confins e Salvador para o aeroporto de Lençóis.
Qual o tamanho dos grupos no Vale do Pati?
Os grupos são de variados tamanhos para o trekking do Vale do Pati, mas em via de regra, cada guia fica com até 5 turistas. Essa proporção de guias e turistas é muito importante para que cada guia consiga dar atenção devida a cada visitante do Parque, tanto em termos de suporte como de passar informações de segurança e de curiosidades sobre a trilha.
O que está incluso nos roteiros do Vale do Pati?
Pensando na maior comodidade e otimização dos roteiros para o Vale do Pati em relação aos visitantes, nossos pacotes incluem transporte saindo e voltando por Lençóis ou Palmeiras, alimentação completa durante o trekking com 3 refeições por dia, guias locais qualificados para atuar em ambientes remotos, hospedagem na casa dos nativos e um seguro aventura de brinde. Ou seja, tudo que você vai precisar durante a caminhada.
Posso guardar objetos extras que não irei precisar para a trilha do Pati?
Sim, pode. Nosso hostel parceiro Buena Vibe Hostel oferece serviço de guarda-volumes para quem precisa.
O que preciso levar para a trilha do Vale do Pati?
A Checklist para o trekking do Vale do Pati é bem resumida. Como já temos apoio e suporte por parte dos nativos em relação a pernoite e alimentação, nos resta apenas cuidar de itens básicos para garantir uma caminhada confortável.
Indicamos trazer algumas mudas de roupas para caminhada e pernoite na casa dos nativos, bem como acessórios extras como corta-vento, capa de chuva ou Anorak para frio ou clima adverso. Demais itens como protetor solar, chapéu, repelente, lanterna de cabeça também não podem faltar. Em geral, as mochilas variam de 6 a 8kg.
Como funcionam as acomodações no Vale do Pati?
As casas de apoio possuem quartos compartilhados e quartos privativos. Os quartos compartilhados possuem entre 4 e 8 beliches, e temos colchões, travesseiros, roupa de cama e banho nos quartos. Nos quartos privativos, geralmente apenas a estrutura para um colchão de casal com roupa de cama e banho. Os quartos não possuem tomadas próprias, e o carregamento dos celulares devem ser realizados em áreas comuns. Atenção; os quartos privativos são prioridade dos casais.
A Cachoeira da Fumacinha e do Buracão ficam no Vale do Pati?
Não. Embora oferecemos roteiros que incluem Vale do Pati, Buracão e Fumacinha, é incorreto dizer que esses atrativos ficam dentro do Vale do Pati. Buracão e Fumacinha fazem parte do Sul do Parque, e estão inseridos no município de Ibicoara. Oferecemos toda a logística de transporte na Chapada Diamantina através do roteiro Trilogia Chapada, que pode ser feito entre 5 e 8 dias, contando com Vale do Pati 3 ou 5 Dias e Sul do Parque.
Como funciona a logística para o roteiro de Vale do Pati com Fumacinha e Buracão?
Ao sair do Vale do Pati, pegamos um transporte rumo à cidade de Ibicoara no dia seguinte a finalização do trekking. Nos hospedamos na casa dos nativos do Baixão em Ibicoara, que possuem estruturas semelhantes a pousadas. Lá, assim como no Vale, também é servido jantar e café da manhã. Após realizarmos os roteiros, seguimos para o pernoite na cidade de Mucugê, onde teremos hospedagem com café da manhã e janta por conta de cada visitante.
Qual a diferença entre os roteiros de 3 e 5 dias no Vale do Pati?
Os roteiros de 3 e 4 dias no Vale do Pati incluem um circuito de 360° passando por alguns dos principais pontos de referência do Vale. No entanto, é no roteiro de 5 dias que realizamos a Travessia do Vale do Pati, entrando pela face Oeste do Vale, em Guiné, e terminando no lado Leste, na histórica cidade de Andaraí. Além disso, quanto mais dias, mais atrativos visitados. No roteiro de 5 dias, a grande diferença é a visita ao Cachoeirão por Baixo, um dos cânions mais incríveis da Chapada Diamantina, além da Ladeira do Império, que possui alguns dos mirantes mais bonitos para o Vale e para a cidade de Andaraí.
Qual a diferença entre os roteiros de 5 e 8 dias no Trilogia Chapada?
O roteiro de 5 dias do Trilogia Chapada engloba o pacote de 3 dias no Vale do Pati, além dos roteiros do Buracão e da Fumacinha no Sul da Chapada Diamantina. Já os roteiros de 6 e 8 dias, agregamos além do Buracão e da Fumacinha, um pernoite extra na cidade de Mucugê, e a visitação do Poço Azul e Poço Encantado. Além disso, no roteiro de 8 dias, conhecemos o Vale do Pati em 5 dias ao invés de apenas 3 dias.
Com quem irei fazer as trilhas?
Nossa agência foi fundada e idealizada por Alexandre Freire, Montanhista e Historiador no Parque Nacional da Chapada Diamantina. Todos os guias foram rigorosamente treinados em cursos como o da NBR 21102, por instrutores como Helder Madeira, ex diretor de uma das maiores organizações de Turismo de Aventura no Brasil, a OutWard Bound. Além disso, todos os guias também possuem Curso de Resgate em Áreas Remotas, oferecido por empresas como Med Extrema e WMA Brasil, referências em saúde em áreas remotas. Além de cursos de curta ou média duração em história, geologia, geografia e demais aspectos sobre o Parque Nacional.










