Trilha Vale do Pati 4 Dias

Roteiro de 4 dias e 3 noites no Vale do Pati

Traslados Inclusos
Hospedagem Inclusa
Alimentação Completa
Guias Locais
Seguro Aventura
Origem: Lençóis ou Palmeiras - BA

Trilha Vale do Pati 4 dias - Resumo

O Vale do Pati 4 dias é considerado uma das travessias mais desafiadoras e recompensadoras do Parque Nacional da Chapada Diamantina. Durante essa jornada épica, exploramos um território selvagem onde a natureza preservada revela alguns dos cenários mais impressionantes do Brasil. Como estaremos em ambiente completamente remoto, as caminhadas variam de 12 a 15km por dia, com nível de dificuldade moderado a desafiador.

Desta forma, o trekking do Vale do Pati nos conduz por paisagens de beleza indescritível. Ao longo do percurso, estaremos cercados por cachoeiras monumentais – incluindo a segunda maior da Chapada Diamantina -, lagos cristalinos, grutas milenares, mirantes panorâmicos e rios que serpenteiam o vale em cenários paradisíacos.

Além disso, você será recebido pela calorosa comunidade Patizeira, que oferece hospedagem em casas de apoio, proporcionando uma imersão cultural autêntica no coração do sertão baiano. Portanto, se você busca uma experiência transformadora, desconexão total da rotina urbana e contato genuíno com a natureza intocada, essa trilha na Chapada Diamantina é ideal.

No descritivo abaixo, encontra-se todos os detalhes para o roteiro de 4 dias no Vale do Pati. Oferecemos o Pacote Completo para você. Saímos de Lençóis ou de Palmeiras (BA).

Quer conversar com alguém que vive o Vale do Pati todas as semanas?

Roteiro dia a dia

Dia 1 - Palmeiras - Guiné / Gerais do rio Preto / Mirante da Rampa / Ruinha / Cachoeiras do rio Funis / Casa dos Nativos;

Início da Jornada

Na primeira etapa do trekking pelo Vale do Pati, na Chapada Diamantina, iniciamos nossa aventura saindo dos municípios de Lençóis ou Palmeiras com destino ao povoado do Guiné, marco inicial da travessia. Já nos primeiros quilômetros, enfrentamos a desafiadora ascensão do Aleixo, com aproximadamente 180 m de elevação, que nos conduz diretamente aos planaltos denominados Gerais do Rio Preto. Ao longo da caminhada, cruzamos o Rio Preto e, posteriormente, atingimos o icônico Mirante do Pati, um dos locais mais emblemáticos da Chapada Diamantina. Consequentemente, este ponto se torna ideal para momentos de contemplação e capturas fotográficas memoráveis.

Mirante e Chegada na Igrejinha

Com o propósito de tornar a experiência ainda mais enriquecedora, nossos condutores locais compartilharão relatos fascinantes sobre a geografia, tradições culturais e formação geológica da região. Em seguida, começamos a descida pela Rampa do Pati, que nos dirige até a Ruinha, também conhecida como Igrejinha. Neste local funcionou, durante décadas, a capela principal do Vale, onde os habitantes se congregavam para as celebrações religiosas. Ademais, o espaço funcionava como um pequeno núcleo comercial, desempenhando papel essencial para a comunidade local.

Cachoeira do Funis e Casa do Nativo

Posteriormente, prosseguimos pelo curso do Rio Funis, que abriga três magníficas cachoeiras. O principal atrativo é a Cachoeira do Funis, perfeita para um mergulho refrescante em ambiente de natureza intocada. Finalmente, a primeira jornada se conclui na residência de moradores locais, onde o grupo é acolhido com a calorosa hospitalidade característica do Vale.

Quilometragem aproximada: 12 KM
Desnível Aproximado: +544 positivo e -676 negativos.

Dia 2 – Casa dos Nativos / rio Funis / subida do Morro do Castelo / Visitação do Mirante do Pati do Meio / Visitação do Mirante do rio Lapinha / Retorno a Casa dos Nativos;

Escalando o Morro

A segunda etapa inicia-se no sopé do Morro do Castelo, depois de um excelente café da manhã regional preparado por nossa equipe local. O percurso prossegue atravessando o Rio Funis em direção ao Morro da Lapinha. A ascensão é intensa, com passagens de barro, rochas e pequenas escalaminhadas. Contudo, o panorama espetacular que se descortina recompensa cada passo dado.

Mirantes e Gruta da Lapinha

Depois de contornar a Gruta da Lapinha — atualmente com acesso restrito, porém ainda observável do caminho — a caminhada torna-se ainda mais extraordinária. A partir desse ponto, revelam-se dois dos mirantes mais deslumbrantes do Vale: o Mirante do Pati do Meio e o Mirante do Rio Lapinha. Ambos proporcionam perspectivas únicas da Chapada Diamantina e da Cachoeira do Calixto. Adicionalmente, os condutores locais dividem conhecimentos sobre a formação geomorfológica da área, ampliando a compreensão da paisagem circundante.

Descida e banho de rio

Durante o retorno, um revigorante mergulho no Rio Funis finaliza a jornada com energias renovadas. O repouso acontece novamente na residência dos moradores locais, oferecendo uma vivência de integração cultural e merecido descanso.

Quilometragem aproximada: 08 KM
Desnível Aproximado: +600 positivo e -493 negativos.

 

Dia 3 – Casa dos Nativos /Curso do rio Lapinha / Poço da Árvore / Encontro dos Rios/ Casa do Nativo.

Jornada de recuperação

Depois do esforço mais vigoroso das etapas anteriores, chegou o momento de uma trilha mais tranquila. Com os equipamentos organizados, partimos do Pati do Meio e seguimos rumo ao Pati de Baixo, área do Vale que integra o território do município de Andaraí.

Percurso relaxante

O itinerário apresenta mínimo desnível ascendente e descendente, possibilitando um compasso pausado, perfeito para recuperação física e também para apreciar minuciosamente cada aspecto da paisagem circundante. Percorrer este segmento é como se a natureza nos concedesse uma pausa, um descanso generoso antes do desfecho épico da aventura.

Poço da Árvore

Durante o percurso, a parada imperdível ocorre no Poço da Árvore, um dos maiores reservatórios naturais para banho da Chapada Diamantina. Envolvido pelas majestosas elevações do Vale do Pati, o panorama é absolutamente deslumbrante. O mergulho nas águas transparentes revitaliza as forças, enquanto o sossego e a magnificência do entorno convidam ao relaxamento e à contemplação. É um daqueles instantes em que o tempo se suspende: somente o momento presente, a natureza selvagem e a sensação de conexão total. Ao final do dia, retornamos ao Pati do Meio para nos preparamos adequadamente para nossa aventura final.

Quilometragem aproximada: 8 KM

Desnível Aproximado: 170 positivo e 206 negativos.

Dia 4 – Casa dos Nativos / Cachoeirão por Cima / Gerais do rio Preto / Beco ou Aleixo / Fim da Trilha;

Partida rumo ao Cachoeirão

Na etapa final do percurso pelo Vale, começamos a jornada com a exploração do Cachoeirão por Cima, um dos locais mais espetaculares da Chapada Diamantina. Dessa maneira, o Cachoeirão se evidencia como a segunda maior queda d’água do Parque, com seus extraordinários 280 m de altitude. Do topo, desfrutamos de uma perspectiva panorâmica exclusiva para todo o Rio do Cachoeirão e para as formações rochosas que contornam o município de Andaraí. Consequentemente, o ambiente se torna ideal para momentos contemplativos e registros fotográficos marcantes.

Mirantes e retorno a Guiné

Depois do período de apreciação, começamos o regresso pelos Gerais do Rio Preto, até atingir uma das rotas que conduzem ao povoado de Guiné, marco final da travessia. Deste ponto, um veículo estará aguardando para o transporte de volta até Palmeiras ou Lençóis. Dessa forma, finalizamos de maneira inesquecível a aventura de quatro dias no Vale do Pati.

Quilometragem aproximada: 17 KM
Desnível Aproximado: +670 positivo e -806 negativos.
Quilometragem total: 49 KM

Os roteiros não são fixos e imutáveis. As condições climáticas e físicas podem alterar o rumo da trilha, e o Condutor estará atento a essas casualidades. Caso seja necessário alterar o roteiro, o grupo será comunicado previamente dos motivos e também da nova programação. 

Informações importantes

O que está incluso?

O que não está incluso?

Encante-se com cada detalhe

Explore nossa galeria e descubra as paisagens deslumbrantes do Vale do Pati. Cada foto é um convite para viver uma aventura única na Chapada Diamantina.

Sobre o investimento

  • R$ 2.100,00 à vista no Pix, Dinheiro ou Boleto.
  • R$ 2.180,00 à vista nos cartões de crédito ou débito.
  • R$ 2.280 até 5x no Cartão de Crédito
  • R$ 2.350 até 10x no Cartão de Crédito
  • SAÍDAS DE LENÇÓIS OU DE PALMEIRAS (BA)
  • As reservas serão feitas mediante o pagamento de 30% do valor da trilha à vista (R$ 550);
  • Os grupos deverão ter no mínimo 3 pessoas (Se você estiver sozinho, basta procurar uma data na aba “Próximas Saídas”);
  • Para grupos exclusivos de 2 pessoas, temos um acréscimo de R$ 350,00 por pessoa.
  • A reserva da vaga é feita pelo pagamento de 30% do valor total da trilha. Os outros 70% deverão ser pagos em até 24 h úteis antes da data selecionada para a trilha;Para quem optar por parcelamento, o mesmo será feito de forma online, através da plataforma Pagbank (PagSeguro), ou presencialmente através da plataforma TON (Stone).

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O que é o Vale do Pati?

O Vale do Pati é um dos trekkings mais bonitos do Brasil. Localizado entre as montanhas do Parque Nacional da Chapada Diamantina, suas trilhas levam a mirantes, cachoeiras, grutas, poços e paisagens inefáveis. Seus caminhos percorrem a história da comunidade do Vale do Pati, que moram na região desde muito antes da criação da reserva ambiental. Atualmente, é o terceiro trajeto de montanhismo mais feito no mundo.

Como funciona a Travessia do Vale do Pati?

A Travessia do Vale do Pati dispensa itens como barraca, saco de dormir e isolante, pois nos hospedamos nas casas dos nativos do Vale. Estimulando o Turismo Comunitário, a comunidade patizeira está de portas abertas para receber os turistas, incluindo, além das acomodações, deliciosos buffets durante o café da manhã e a janta. Durante as trilhas, nossos guias também preparam deliciosos lanches. As trilhas possuem entre 300 e 500 m de desnível positivo e negativo por dia, e nos levam a uma grande variedade de atrativos e paisagens deslumbrantes.

Como funciona a alimentação no Vale do Pati?

Os nativos são responsáveis por servir café da manhã e janta durante a trilha, e são as principais refeições do dia. Todas as refeições são pensadas em garantir uma imersão cultural ao visitante, com muitos pratos típicos do Nordeste e da própria Chapada Diamantina. Cuscuz, queijos, leite, biscoitos, frutas da estação, ovos caipiras, torradas, pães, tortas, bolos são esperados durante o café da manhã. Na janta, que é servida como almoço, esperamos uma grande variedade de cortadinhos, como o godó e mamão verde, pratos típicos da Chapada, além de feijão, arroz, saladas, macarronada, carnes vermelhas, de aves e suínos, farofas e etc. São refeições dignas de um restaurante com estrela Michelin.

E qual o nível de dificuldade do Vale do Pati?

O roteiro possui nível de dificuldade moderado, com trechos específicos com dificuldade mais elevada. Caminhamos no geral cerca de 10 km por dia, com desnível entre 300 e 500 metros de elevação positiva e negativa por dia. Durante trilhas como o Morro do Castelo, é necessário a utilização das mãos para alcançar pedras mais altas, a famosa “escalaminhada”. No entanto, o trajeto não apresenta trechos técnicos consideráveis. Por isso mesmo, o Vale do Pati embora exigente fisicamente, pode ser feito por qualquer pessoa, desde que tenha um condicionamento físico razoável.

Quantas horas caminhamos por dia no Vale do Pati?

A quantidade de tempo que levamos para chegar nos atrativos depende bastante do ritmo imposto pelo grupo. Quanto melhor o condicionamento e experiência prévia, mais rápido em geral é a caminhada durante o dia. Numa média geral, contando o tempo de paradas, caminhada, fotos e piquenique, caminhamos por volta de 8h por dia.

Qual o preparo físico necessário para fazer o Vale do Pati?

Embora não seja uma trilha de difícil nível técnico, o Vale do Pati é exigente fisicamente. Raramente encontramos trechos planos pelas trilhas, e em sua maioria subimos e descemos por elevações que variam de 200 a 400 metros. Não é necessário experiências prévias, mas um sistema cardiovascular fortalecido é o maior aliado de um trilheiro em caminhos com elevação razoável. Portanto, recomendamos costume e práticas com exercícios aeróbicos.

Existe sinal de celular no Vale do Pati? E internet?

Durante o Trekking do Vale do Pati, não temos sinal de celular nem internet. As casas são equipadas com placa solar apenas para uso básico de equipamentos que auxiliam na vida dos patizeiros, como lâmpadas e geladeiras. A internet no Vale existe, mas é de uso exclusivo da comunidade e dos guias.

Estou sozinho. Como posso participar do Trekking do Vale do Pati?

Se você está sozinho, o ideal é se unir a um grupo. Temos saídas todas as semanas para o Trekking do Vale do Pati, e você pode participar de nossas vivências que vão de 3 a 5 dias, ou escolher nossos roteiros com Fumacinha e Buracão que vão de 5 a 8 dias. Acreditamos que todas as vivências em grupo são muito mais enriquecedoras que sozinho.

Como faço pra chegar no ponto de encontro para ir pro Vale do Pati?

O ponto de encontro para sairmos para o trekking se dá nas cidades de Lençóis ou Palmeiras, municípios às margens da BR 242. A forma mais fácil de chegar até nós é pegando um ônibus em Salvador até os munícipios, oferecidos pela viação Guanabara, que opera 4 ou mais horários por dia, a depender da época. Além dessa opção, também existem voos operados pela Azul de Confins e Salvador para o aeroporto de Lençóis.

Qual o tamanho dos grupos no Vale do Pati?

Os grupos são de variados tamanhos para o trekking do Vale do Pati, mas em via de regra, cada guia fica com até 5 turistas. Essa proporção de guias e turistas é muito importante para que cada guia consiga dar atenção devida a cada visitante do Parque, tanto em termos de suporte como de passar informações de segurança e de curiosidades sobre a trilha.

O que está incluso nos roteiros do Vale do Pati?

Pensando na maior comodidade e otimização dos roteiros para o Vale do Pati em relação aos visitantes, nossos pacotes incluem transporte saindo e voltando por Lençóis ou Palmeiras, alimentação completa durante o trekking com 3 refeições por dia, guias locais qualificados para atuar em ambientes remotos, hospedagem na casa dos nativos e um seguro aventura de brinde. Ou seja, tudo que você vai precisar durante a caminhada.

Posso guardar objetos extras que não irei precisar para a trilha do Pati?

Sim, pode. Nosso hostel parceiro Buena Vibe Hostel oferece serviço de guarda-volumes para quem precisa.

O que preciso levar para a trilha do Vale do Pati?

A Checklist para o trekking do Vale do Pati é bem resumida. Como já temos apoio e suporte por parte dos nativos em relação a pernoite e alimentação, nos resta apenas cuidar de itens básicos para garantir uma caminhada confortável.

Indicamos trazer algumas mudas de roupas para caminhada e pernoite na casa dos nativos, bem como acessórios extras como corta-vento, capa de chuva ou Anorak para frio ou clima adverso. Demais itens como protetor solar, chapéu, repelente, lanterna de cabeça também não podem faltar. Em geral, as mochilas variam de 6 a 8kg.

Como funcionam as acomodações no Vale do Pati?

As casas de apoio possuem quartos compartilhados e quartos privativos. Os quartos compartilhados possuem entre 4 e 8 beliches, e temos colchões, travesseiros, roupa de cama e banho nos quartos. Nos quartos privativos, geralmente apenas a estrutura para um colchão de casal com roupa de cama e banho. Os quartos não possuem tomadas próprias, e o carregamento dos celulares devem ser realizados em áreas comuns. Atenção; os quartos privativos são prioridade dos casais.

A Cachoeira da Fumacinha e do Buracão ficam no Vale do Pati?

Não. Embora oferecemos roteiros que incluem Vale do Pati, Buracão e Fumacinha, é incorreto dizer que esses atrativos ficam dentro do Vale do Pati. Buracão e Fumacinha fazem parte do Sul do Parque, e estão inseridos no município de Ibicoara. Oferecemos toda a logística de transporte na Chapada Diamantina através do roteiro Trilogia Chapada, que pode ser feito entre 5 e 8 dias, contando com Vale do Pati 3 ou 5 Dias e Sul do Parque.

Como funciona a logística para o roteiro de Vale do Pati com Fumacinha e Buracão?

Ao sair do Vale do Pati, pegamos um transporte rumo à cidade de Ibicoara no dia seguinte a finalização do trekking. Nos hospedamos na casa dos nativos do Baixão em Ibicoara, que possuem estruturas semelhantes a pousadas. Lá, assim como no Vale, também é servido jantar e café da manhã. Após realizarmos os roteiros, seguimos para o pernoite na cidade de Mucugê, onde teremos hospedagem com café da manhã e janta por conta de cada visitante.

Qual a diferença entre os roteiros de 3 e 5 dias no Vale do Pati?

Os roteiros de 3 e 4 dias no Vale do Pati incluem um circuito de 360° passando por alguns dos principais pontos de referência do Vale. No entanto, é no roteiro de 5 dias que realizamos a Travessia do Vale do Pati, entrando pela face Oeste do Vale, em Guiné, e terminando no lado Leste, na histórica cidade de Andaraí. Além disso, quanto mais dias, mais atrativos visitados. No roteiro de 5 dias, a grande diferença é a visita ao Cachoeirão por Baixo, um dos cânions mais incríveis da Chapada Diamantina, além da Ladeira do Império, que possui alguns dos mirantes mais bonitos para o Vale e para a cidade de Andaraí.

Qual a diferença entre os roteiros de 5 e 8 dias no Trilogia Chapada?

O roteiro de 5 dias do Trilogia Chapada engloba o pacote de 3 dias no Vale do Pati, além dos roteiros do Buracão e da Fumacinha no Sul da Chapada Diamantina. Já os roteiros de 6 e 8 dias, agregamos além do Buracão e da Fumacinha, um pernoite extra na cidade de Mucugê, e a visitação do Poço Azul e Poço Encantado. Além disso, no roteiro de 8 dias, conhecemos o Vale do Pati em 5 dias ao invés de apenas 3 dias.

Com quem irei fazer as trilhas?

Nossa agência foi fundada e idealizada por Alexandre Freire, Montanhista e Historiador no Parque Nacional da Chapada Diamantina. Todos os guias foram rigorosamente treinados em cursos como o da NBR 21102, por instrutores como Helder Madeira, ex diretor de uma das maiores organizações de Turismo de Aventura no Brasil, a OutWard Bound. Além disso, todos os guias também possuem Curso de Resgate em Áreas Remotas, oferecido por empresas como Med Extrema e WMA Brasil, referências em saúde em áreas remotas. Além de cursos de curta ou média duração em história, geologia, geografia e demais aspectos sobre o Parque Nacional.

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