Trilogia Chapada 5 dias

Vale do Pati com Buracão e Fumacinha - Trilogia Chapada 5 dias

Traslados Inclusos
Hospedagem Inclusa
Alimentação Completa
Guias Locais
Seguro Aventura
Origem: Lençóis ou Palmeiras - BA

A Chapada Diamantina, localizada no coração da Bahia, é um dos destinos mais impressionantes do Brasil. Sua formação geológica única, marcada pela Serra do Sincorá, guarda tesouros naturais como cachoeiras gigantes, grutas, poços cristalinos e mirantes cinematográficos.

O roteiro Trilogia Chapada foi pensado para o viajante que deseja ir além do turismo tradicional: em apenas 5 dias de expedição, você vivenciará três experiências inesquecíveis da Chapada:

  • Vale do Pati – considerado um dos trekkings mais bonitos do Brasil.

  • Cachoeira do Buracão – um cânion espetacular que guarda uma das quedas mais famosas da região.

  • Cachoeira da Fumacinha – uma das trilhas mais desafiadoras e recompensadoras da Chapada Diamantina.

Mais do que visitar atrativos naturais, nossa proposta é proporcionar uma imersão cultural, em contato com a hospitalidade dos nativos e com as histórias que fazem do Pati e da Chapada lugares tão especiais.

Se você busca se desconectar da rotina agitada dos grandes centros urbanos e se reconectar com a natureza, a Trilogia Chapada é a escolha perfeita.

📍 Saídas de Lençóis e Palmeiras (BA)
📦 Pacote completo: cuidamos de toda a logística para que você viva a experiência sem preocupações.

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Roteiro dia a dia

Dia 1 – Início da Jornada: Lençóis ou Palmeiras a Guiné

Nosso roteiro começa com o deslocamento a partir de Lençóis ou Palmeiras até o povoado de Guiné, porta de entrada para a trilha do Vale do Pati, na Chapada Diamantina.

Subida inicial e Gerais do Rio Preto

De Guiné, iniciamos a caminhada pela subida conhecida como Aleixo, que possui cerca de 180 metros de desnível. Ao alcançar os altiplanos, somos recebidos pela imensidão dos Gerais do Rio Preto, cortados pelo rio de mesmo nome, que atravessaremos logo em seguida.

Mirante da Rampa – Primeiras vistas do Vale do Pati

Após cruzar o Rio Preto, chegamos ao Mirante da Rampa, um dos pontos mais marcantes do dia. Dali, temos uma vista panorâmica do Vale do Pati, cenário perfeito para contemplação e fotografias. O guia compartilha informações sobre a geografia, história e geologia da região, enriquecendo a experiência.

Ruinha (Igrejinha) – Cultura e história do Pati

Seguimos descendo a Rampa até a Ruinha, popularmente chamada de Igrejinha. Este local já foi a principal capela do vale e ponto de encontro da comunidade para missas e celebrações. É o momento perfeito para conhecer mais sobre o Trekking do Vale do Pati.

Cachoeiras do Rio Funis – Banho e natureza

A trilha continua pelo curso do Rio Funis, onde encontramos três cachoeiras ao longo do caminho. O ponto alto é a Cachoeira do Funis, que oferece um banho revigorante em suas águas típicas da Chapada Diamantina — momento perfeito para relaxar e renovar as energias após a caminhada. Logo após, continuaremos caminhando por dentro do rio, até chegarmos à casa dos Nativos.

Dia 2 – Trilhas e Mirantes no Coração do Vale do Pati

Nosso segundo dia de expedição começa com energia renovada após o café da manhã na Casa dos Nativos. A jornada será marcada por subidas desafiadoras, vistas panorâmicas e contato intenso com a natureza da Chapada Diamantina.

Travessia do Rio Funis

Logo cedo, atravessamos um trecho do Rio Funis, cercado pela vegetação exuberante da Mata Atlântica. O som das águas nos acompanha enquanto seguimos em direção ao próximo desafio do dia.

Subida ao Morro do Castelo

Iniciamos então a subida rumo ao Morro do Castelo (também chamado Morro da Lapinha). O trajeto exige esforço físico: trechos com lama, pedras soltas e pequenas escalaminhadas testam o preparo do grupo. A recompensa começa a surgir no primeiro mirante, que descortina uma vista única para o Pati do Meio.

Gruta da Lapinha

A caminhada segue até a Gruta da Lapinha, passagem natural que precisa ser atravessada com o auxílio de lanternas. Esse momento traz um toque de aventura extra, misturando exploração e contemplação em um mesmo trecho da trilha.

Mirantes da Lapinha e Cachoeira do Calixto

Do outro lado da gruta, somos recebidos por alguns dos mirantes mais belos do roteiro. Dali é possível observar o Rio Lapinha serpenteando o vale e, ao fundo, a Cachoeira do Calixto. Com ampla visão do Parque Nacional da Chapada Diamantina, este ponto é ideal para fotos e para compreender a grandiosidade da região.

Banho no Rio Funis e Retorno

Após a descida, retornamos ao Rio Funis, onde um banho refrescante compensa o esforço da subida. O contato com suas águas cristalinas traz a sensação de renovação antes de voltarmos para a Casa dos Nativos, onde encerramos o dia com descanso e boa comida.

📏 Quilometragem aproximada: 8 km

Dia 3 – Caminhada ao Cachoeirão por Cima e Retorno a Guiné

O terceiro dia da Trilogia Chapada é também o mais desafiador em termos de distância. Seguiremos do Pati do Meio até o monumental Cachoeirão por Cima, considerado um dos pontos mais icônicos da Chapada Diamantina.

Rumo ao Cachoeirão por Cima

A trilha nos conduz até a borda do cânion do Cachoeirão, que impressiona com seus 270 metros de queda — a maior do Vale do Pati e a segunda maior de toda a Chapada Diamantina. Do alto, a vista se abre sobre a densa Mata Atlântica e revela um cenário de tirar o fôlego, perfeito para contemplação e fotografias inesquecíveis.

Contemplação no Vale do Cachoeirão

Do mirante, é possível observar o curso do rio que corta o vale e apreciar uma das paisagens mais emblemáticas de toda a região. Além do impacto visual, este é um momento de conexão profunda com a força da natureza e de aprendizado sobre a geografia local.

Retorno por Arrodeio ou Fenda

Após a experiência no Cachoeirão, iniciamos o retorno em direção a Guiné. O caminho pode ser feito pela trilha do Arrodeio ou pela Fenda, sempre de acordo com a avaliação dos condutores. Durante a volta, cruzamos novamente os campos abertos dos Gerais do Rio Preto, com suas paisagens amplas e horizontes que parecem infinitos.

Pernoite em Guiné

Encerramos a longa jornada do dia chegando ao povoado de Guiné, onde a hospedagem está preparada para receber o grupo. Um descanso merecido antes de continuar explorando os próximos atrativos da Chapada Diamantina.

📏 Quilometragem aproximada: 18 km

Dia 4 – Rumo à Cachoeira do Buracão em Ibicoara

Depois de um café da manhã reforçado em Guiné, partimos por volta das 8h em direção ao município de Ibicoara, a aproximadamente 80 km de distância. O trajeto de carro dura cerca de 2 horas e proporciona vistas incríveis da Serra do Sincorá, além do contato com a vida rural em pequenos distritos ao longo do caminho.

Portaria do Buracão e Parque Municipal do Espalhado

Na chegada à Portaria do Buracão, seremos recepcionados por um guia local credenciado, responsável por conduzir a trilha no Parque Municipal do Espalhado, área protegida onde está localizada a famosa cachoeira.

Trilha até a Cachoeira do Buracão

A caminhada totaliza cerca de 6 km (ida e volta) e nos leva a descobrir quedas menores ao longo do percurso, como a Cachoeira das Orquídeas, até chegar à queda principal: a imponente Cachoeira do Buracão.

Experiência no Cânion do Buracão

Com aproximadamente 100 metros de altura, a Cachoeira do Buracão é considerada uma das mais impressionantes de toda a Chapada Diamantina. Seu cânion estreito cria uma experiência única: o banho sob suas águas cristalinas é intenso, revigorante e cercado por uma paisagem de tirar o fôlego.

Retorno e Pernoite no Baixão

Após vivenciar um dos pontos altos da viagem, retornamos pela trilha até a portaria. De lá, seguimos em direção ao Baixão, onde passaremos a noite para, no dia seguinte, conhecer a desafiadora Cachoeira da Fumacinha.

📏 Quilometragem aproximada da trilha: 6 km

Dia 5 – Aventura até a Cachoeira da Fumacinha

Nosso quinto dia começa cedo, após um café da manhã reforçado no Baixão. Às 7h30, partimos rumo a uma das trilhas mais famosas e desafiadoras da Chapada Diamantina: o caminho até a Cachoeira da Fumacinha, localizada no extremo sul do Parque Nacional da Chapada Diamantina.

Início da Trilha no Baixão

O percurso tem início próximo à casa dos nativos do povoado e soma aproximadamente 16 km (ida e volta). A caminhada exige preparo físico, mas é repleta de atrativos naturais que tornam o esforço recompensador.

Caminhada pelo Cânion do Rio Una

Grande parte da trilha acontece dentro do Cânion do Rio Una, onde o rio forma quedas d’água, corredeiras e poços ideais para refrescar o corpo durante o trajeto. Entre os pontos de destaque estão o Poço da Cachorra e a Cachoeira do Encontro, verdadeiros cartões-postais no caminho para a Fumacinha.

A grandiosidade da Cachoeira da Fumacinha

Após cerca de 3 horas de caminhada, alcançamos o ponto alto do dia: a Cachoeira da Fumacinha. Com suas paredes rochosas que se erguem em formato de anfiteatro e um poço perfeito para banho, a Fumacinha é considerada por muitos como uma das mais belas cachoeiras do Brasil. O cenário é perfeito para fotos e para vivenciar a imponência da natureza.

Retorno ao Baixão e Transfer para Lençóis

Depois de um banho revigorante e tempo livre para contemplação, iniciamos o retorno pela mesma trilha, completando os 16 km do percurso. De volta ao Baixão, embarcamos no transfer rumo a Lençóis, onde concluímos nossa jornada pela Trilogia Chapada com a sensação de missão cumprida.

📏 Quilometragem aproximada: 16 km

Informações importantes

O que está incluso?

O que não está incluso?

Encante-se com cada detalhe

Explore nossa galeria e descubra as paisagens deslumbrantes do Vale do Pati. Cada foto é um convite para viver uma aventura única na Chapada Diamantina.

Sobre o investimento

  • Grupo com 2 pessoas; R$ 3.600,00 por pessoa.
  • Grupo com 3 pessoas; R$ 3.400,00 por pessoa.
  • 4 pessoas ou mais; R$ 3.300,00 por pessoa.
  • R$ 3.300,00 à vista no Pix, Dinheiro ou Boleto. Parcelamos em até 4x com acréscimo de 6% no valor e até 10x com acréscimos de taxas por parcela (consulte); SAÍDAS DE LENÇÓIS OU PALMEIRAS.
  • As reservas serão feitas mediante o pagamento de 30% do valor da trilha à vista (R$ 1100);
  • Os grupos deverão ter no mínimo 2 pessoas (Se você estiver sozinho, basta procurar uma data na aba “Próximas Saídas”;
  • Neste roteiro, consulte valores para grupos exclusivos de apenas 2 pessoas.
  • A reserva da vaga é feita pelo pagamento de 30% do valor total da trilha. Os outros 70% deverão ser pagos em até 24 h úteis antes da data selecionada para a trilha;

  •  Para quem optar por parcelamento, o mesmo será feito de forma online, através da plataforma Pagbank (PagSeguro), ou presencialmente através da plataforma TON (Stone).

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O que é o Vale do Pati?

O Vale do Pati é um dos trekkings mais bonitos do Brasil. Localizado entre as montanhas do Parque Nacional da Chapada Diamantina, suas trilhas levam a mirantes, cachoeiras, grutas, poços e paisagens inefáveis. Seus caminhos percorrem a história da comunidade do Vale do Pati, que moram na região desde muito antes da criação da reserva ambiental. Atualmente, é o terceiro trajeto de montanhismo mais feito no mundo.

Como funciona a Travessia do Vale do Pati?

A Travessia do Vale do Pati dispensa itens como barraca, saco de dormir e isolante, pois nos hospedamos nas casas dos nativos do Vale. Estimulando o Turismo Comunitário, a comunidade patizeira está de portas abertas para receber os turistas, incluindo, além das acomodações, deliciosos buffets durante o café da manhã e a janta. Durante as trilhas, nossos guias também preparam deliciosos lanches. As trilhas possuem entre 300 e 500 m de desnível positivo e negativo por dia, e nos levam a uma grande variedade de atrativos e paisagens deslumbrantes.

Como funciona a alimentação no Vale do Pati?

Os nativos são responsáveis por servir café da manhã e janta durante a trilha, e são as principais refeições do dia. Todas as refeições são pensadas em garantir uma imersão cultural ao visitante, com muitos pratos típicos do Nordeste e da própria Chapada Diamantina. Cuscuz, queijos, leite, biscoitos, frutas da estação, ovos caipiras, torradas, pães, tortas, bolos são esperados durante o café da manhã. Na janta, que é servida como almoço, esperamos uma grande variedade de cortadinhos, como o godó e mamão verde, pratos típicos da Chapada, além de feijão, arroz, saladas, macarronada, carnes vermelhas, de aves e suínos, farofas e etc. São refeições dignas de um restaurante com estrela Michelin.

E qual o nível de dificuldade do Vale do Pati?

O roteiro possui nível de dificuldade moderado, com trechos específicos com dificuldade mais elevada. Caminhamos no geral cerca de 10 km por dia, com desnível entre 300 e 500 metros de elevação positiva e negativa por dia. Durante trilhas como o Morro do Castelo, é necessário a utilização das mãos para alcançar pedras mais altas, a famosa “escalaminhada”. No entanto, o trajeto não apresenta trechos técnicos consideráveis. Por isso mesmo, o Vale do Pati embora exigente fisicamente, pode ser feito por qualquer pessoa, desde que tenha um condicionamento físico razoável.

Quantas horas caminhamos por dia no Vale do Pati?

A quantidade de tempo que levamos para chegar nos atrativos depende bastante do ritmo imposto pelo grupo. Quanto melhor o condicionamento e experiência prévia, mais rápido em geral é a caminhada durante o dia. Numa média geral, contando o tempo de paradas, caminhada, fotos e piquenique, caminhamos por volta de 8h por dia.

Qual o preparo físico necessário para fazer o Vale do Pati?

Embora não seja uma trilha de difícil nível técnico, o Vale do Pati é exigente fisicamente. Raramente encontramos trechos planos pelas trilhas, e em sua maioria subimos e descemos por elevações que variam de 200 a 400 metros. Não é necessário experiências prévias, mas um sistema cardiovascular fortalecido é o maior aliado de um trilheiro em caminhos com elevação razoável. Portanto, recomendamos costume e práticas com exercícios aeróbicos.

Existe sinal de celular no Vale do Pati? E internet?

Durante o Trekking do Vale do Pati, não temos sinal de celular nem internet. As casas são equipadas com placa solar apenas para uso básico de equipamentos que auxiliam na vida dos patizeiros, como lâmpadas e geladeiras. A internet no Vale existe, mas é de uso exclusivo da comunidade e dos guias.

Estou sozinho. Como posso participar do Trekking do Vale do Pati?

Se você está sozinho, o ideal é se unir a um grupo. Temos saídas todas as semanas para o Trekking do Vale do Pati, e você pode participar de nossas vivências que vão de 3 a 5 dias, ou escolher nossos roteiros com Fumacinha e Buracão que vão de 5 a 8 dias. Acreditamos que todas as vivências em grupo são muito mais enriquecedoras que sozinho.

Como faço pra chegar no ponto de encontro para ir pro Vale do Pati?

O ponto de encontro para sairmos para o trekking se dá nas cidades de Lençóis ou Palmeiras, municípios às margens da BR 242. A forma mais fácil de chegar até nós é pegando um ônibus em Salvador até os munícipios, oferecidos pela viação Guanabara, que opera 4 ou mais horários por dia, a depender da época. Além dessa opção, também existem voos operados pela Azul de Confins e Salvador para o aeroporto de Lençóis.

Qual o tamanho dos grupos no Vale do Pati?

Os grupos são de variados tamanhos para o trekking do Vale do Pati, mas em via de regra, cada guia fica com até 5 turistas. Essa proporção de guias e turistas é muito importante para que cada guia consiga dar atenção devida a cada visitante do Parque, tanto em termos de suporte como de passar informações de segurança e de curiosidades sobre a trilha.

O que está incluso nos roteiros do Vale do Pati?

Pensando na maior comodidade e otimização dos roteiros para o Vale do Pati em relação aos visitantes, nossos pacotes incluem transporte saindo e voltando por Lençóis ou Palmeiras, alimentação completa durante o trekking com 3 refeições por dia, guias locais qualificados para atuar em ambientes remotos, hospedagem na casa dos nativos e um seguro aventura de brinde. Ou seja, tudo que você vai precisar durante a caminhada.

Posso guardar objetos extras que não irei precisar para a trilha do Pati?

Sim, pode. Nosso hostel parceiro Buena Vibe Hostel oferece serviço de guarda-volumes para quem precisa.

O que preciso levar para a trilha do Vale do Pati?

A Checklist para o trekking do Vale do Pati é bem resumida. Como já temos apoio e suporte por parte dos nativos em relação a pernoite e alimentação, nos resta apenas cuidar de itens básicos para garantir uma caminhada confortável.

Indicamos trazer algumas mudas de roupas para caminhada e pernoite na casa dos nativos, bem como acessórios extras como corta-vento, capa de chuva ou Anorak para frio ou clima adverso. Demais itens como protetor solar, chapéu, repelente, lanterna de cabeça também não podem faltar. Em geral, as mochilas variam de 6 a 8kg.

Como funcionam as acomodações no Vale do Pati?

As casas de apoio possuem quartos compartilhados e quartos privativos. Os quartos compartilhados possuem entre 4 e 8 beliches, e temos colchões, travesseiros, roupa de cama e banho nos quartos. Nos quartos privativos, geralmente apenas a estrutura para um colchão de casal com roupa de cama e banho. Os quartos não possuem tomadas próprias, e o carregamento dos celulares devem ser realizados em áreas comuns. Atenção; os quartos privativos são prioridade dos casais.

A Cachoeira da Fumacinha e do Buracão ficam no Vale do Pati?

Não. Embora oferecemos roteiros que incluem Vale do Pati, Buracão e Fumacinha, é incorreto dizer que esses atrativos ficam dentro do Vale do Pati. Buracão e Fumacinha fazem parte do Sul do Parque, e estão inseridos no município de Ibicoara. Oferecemos toda a logística de transporte na Chapada Diamantina através do roteiro Trilogia Chapada, que pode ser feito entre 5 e 8 dias, contando com Vale do Pati 3 ou 5 Dias e Sul do Parque.

Como funciona a logística para o roteiro de Vale do Pati com Fumacinha e Buracão?

Ao sair do Vale do Pati, pegamos um transporte rumo à cidade de Ibicoara no dia seguinte a finalização do trekking. Nos hospedamos na casa dos nativos do Baixão em Ibicoara, que possuem estruturas semelhantes a pousadas. Lá, assim como no Vale, também é servido jantar e café da manhã. Após realizarmos os roteiros, seguimos para o pernoite na cidade de Mucugê, onde teremos hospedagem com café da manhã e janta por conta de cada visitante.

Qual a diferença entre os roteiros de 3 e 5 dias no Vale do Pati?

Os roteiros de 3 e 4 dias no Vale do Pati incluem um circuito de 360° passando por alguns dos principais pontos de referência do Vale. No entanto, é no roteiro de 5 dias que realizamos a Travessia do Vale do Pati, entrando pela face Oeste do Vale, em Guiné, e terminando no lado Leste, na histórica cidade de Andaraí. Além disso, quanto mais dias, mais atrativos visitados. No roteiro de 5 dias, a grande diferença é a visita ao Cachoeirão por Baixo, um dos cânions mais incríveis da Chapada Diamantina, além da Ladeira do Império, que possui alguns dos mirantes mais bonitos para o Vale e para a cidade de Andaraí.

Qual a diferença entre os roteiros de 5 e 8 dias no Trilogia Chapada?

O roteiro de 5 dias do Trilogia Chapada engloba o pacote de 3 dias no Vale do Pati, além dos roteiros do Buracão e da Fumacinha no Sul da Chapada Diamantina. Já os roteiros de 6 e 8 dias, agregamos além do Buracão e da Fumacinha, um pernoite extra na cidade de Mucugê, e a visitação do Poço Azul e Poço Encantado. Além disso, no roteiro de 8 dias, conhecemos o Vale do Pati em 5 dias ao invés de apenas 3 dias.

Com quem irei fazer as trilhas?

Nossa agência foi fundada e idealizada por Alexandre Freire, Montanhista e Historiador no Parque Nacional da Chapada Diamantina. Todos os guias foram rigorosamente treinados em cursos como o da NBR 21102, por instrutores como Helder Madeira, ex diretor de uma das maiores organizações de Turismo de Aventura no Brasil, a OutWard Bound. Além disso, todos os guias também possuem Curso de Resgate em Áreas Remotas, oferecido por empresas como Med Extrema e WMA Brasil, referências em saúde em áreas remotas. Além de cursos de curta ou média duração em história, geologia, geografia e demais aspectos sobre o Parque Nacional.

Perguntas Frequentes Vale do Pati

Trilogia Chapada em 6 dias
Vale do Pati, Buracão e Fumacinha em um só roteiro
Trilogia Chapada em 8 dias
Travessia Vale do Pati com Buracão e Fumacinha