Trilogia Chapada 6 dias
Trilogia Chapada: Vale do Pati + Buracão + Fumacinha.
Três Trekkings na Chapada Diamantina em 6 dias
A Trilogia Chapada – o trekking mais completo da Chapada Diamantina
A Trilogia Chapada é o único roteiro de trekking que combina os três atrativos mais espetaculares da Chapada Diamantina em uma só experiência: o lendário Vale do Pati, a imponente Cachoeira do Buracão e a exclusiva Cachoeira da Fumacinha, além do extraordinário Poço Azul. Tudo isso em 6 dias de aventura.
👉 Essa aventura foi desenhada para quem busca viver a Chapada Diamantina em sua essência, explorando desde as trilhas mais icônicas do Brasil até cachoeiras de 90 metros quase secretas.
E não para por aí: no último dia visitamos o inesquecível Poço Azul, encerrando a jornada com chave de ouro.
Se você sonha em desconectar da rotina e mergulhar nas paisagens mais cinematográficas do país, a Trilogia Chapada é sua oportunidade de viver um trekking único, conduzido por guias locais especializados.
📍 Saídas de Lençóis (BA) com retorno no mesmo ponto. Uma viagem completa para quem quer transformar sua relação com a natureza e trazer para casa memórias que vão durar para sempre.
Roteiro dia a dia
Dia 1 – Palmeiras – Guiné / Gerais do rio Preto / Mirante da Rampa / Ruinha / Cachoeiras do rio Funis / Casa dos Nativos;
O Primeiro Dia: Do Guiné ao Coração do Vale
Sua jornada na Trilogia Chapada começa com a partida de Lençóis ou Palmeiras, rumo ao tranquilo povoado do Guiné. De lá, iniciamos a trilha com a subida do Aleixo, que nos leva aos vastos altiplanos do Gerais do Rio Preto. Após cruzar o rio, somos recebidos com a vista deslumbrante do Mirante do Pati, o lugar perfeito para fotos e para entender a grandiosidade da região.
Descendo a Rampa da Igrejinha
Nossos guias enriquecem o momento com histórias e curiosidades sobre o Trekking em uma apresentação geral. Em seguida, descemos a Rampa em direção ao lendário vilarejo da Ruinha, conhecido como Igrejinha. Lá, faremos uma pausa para lanche enquanto exploramos o local que, por muito tempo, foi um ponto de encontro vital para a comunidade.
O Belíssimo Rio Funis
Com as energias recarregadas, a trilha segue rumo ao leito do Rio Funis. Continuando no caminho, passamos por uma ponte que corta um dos córregos do rio Funis, passando pelo antigo cemitério do Vale. Após isso, nosso caminho revela um espetáculo de três cachoeiras. A principal, batizada com o nome do rio, é um convite perfeito para um banho revigorante e para lavar a alma. Com o corpo renovado, seguiremos pulando pedras pelo leito do rio até o local conhecido como Pati do Meio, onde o merecido descanso aguarda para o próximo dia de descobertas.
Dia 2 – Casa dos Nativos / rio Funis / subida do Morro do Castelo / Visitação do Mirante do Pati do Meio / Visitação do Mirante do rio Lapinha / Retorno a Casa dos Nativos;
O Segundo Dia: O Desafio e a Recompensa no Vale do Pati
O segundo dia da sua jornada começa com um café reforçado, pois a aventura de hoje é uma das mais gratificantes do Vale do Pati: a subida ao Morro da Lapinha. Atravessaremos o Rio Funis e, em seguida, iniciaremos uma escalaminhada com trechos de pedra e lama, um desafio e tanto. A recompensa não tarda: o primeiro mirante nos presenteia com a vista panorâmica do Pati do Meio.
Gruta e Vistas Panorâmicas
A trilha continua com um dos momentos mais singulares: a travessia da Gruta da Lapinha, onde utilizaremos lanternas para iluminar nosso caminho. Chegando do outro lado, alcançamos os mirantes principais que oferecem uma vista de 360° do Parque Nacional da Chapada Diamantina, com destaque para o imponente Rio da Lapinha e a majestosa Cachoeira do Calixto. Enquanto contemplamos, ouviremos as histórias e a geografia que moldaram a paisagem.
O Merecido Descanso
O final da nossa jornada é todo em descida, retornando ao Rio Funis. Chegando lá, um banho refrescante e merecido nos espera, lavando o cansaço do corpo e da alma. Completando o dia, voltaremos à casa dos nativos, onde o merecido descanso nos aguarda para a próxima etapa da Trilogia Chapada.
Quilometragem aproximada: 08 KM
Dia 3 – Casa dos Nativos / Cachoeirão por Cima / Arrodeio ou Fenda / Pousada em Guiné.
Um Retorno Panorâmico e o Descanso Merecido
Nosso dia começa em cedo no Pati do Meio. Saímos da Hospedagem com nossos pertences e as expectativas nas costas. A caminhada começa pelo Arrodeio, elevação que dá acesso entre o Morro do Cruzeiro e o Gerais do rio Preto. Ao chegarmos novamente no Gerais, temos uma visão triunfal de toda porção superior do Vale: a vista é mágica.
Adentrando no Vale do Cachoeirão
Ao chegar ao Vale do Cachoeirão, somos presenteados com uma visão de 360 graus da mata ombrófila que segue o curso do rio. A cena é de tirar o fôlego, proporcionando as melhores fotos de toda a viagem. Depois de contemplar e aprender sobre a geografia local, iniciaremos a nossa jornada de volta a Guiné, percorrendo os campos abertos do Gerais do Rio Preto. Chegando lá, a noite de pernoite e descanso nos espera, a recompensa perfeita para a intensa caminhada e o prelúdio para as próximas aventuras.
Quilometragem aproximada: 18 KM
Dia 4 – Guiné / Ibicoara / Portaria do Buracão / Baixão;
Início da Segunda Parte da Trilogia: O Caminho para o Buracão
Chegou a hora de começar a segunda parte desta incrível Trilogia Chapada. Após um café da manhã revigorante em Guiné, partimos em direção a Ibicoara. Durante a viagem de 80 km, você será presenteado com a vista da imponente Serra do Sincorá e a pacata vida rural da região. Ao chegarmos na portaria do Parque Municipal do Espalhado, um guia local nos conduzirá pela emocionante trilha de 6 km.
A Força da Cachoeira do Buracão
O trajeto nos leva por várias quedas menores, como a encantadora Cachoeira das Orquídeas, antes de nos depararmos com a grandiosa Cachoeira do Buracão. Com cerca de 100 metros de altura, a força dessa cachoeira é impressionante, ecoando em seu cânion, um dos maiores da Chapada Diamantina. Uma vista e um banho de tirar o fôlego aguardam, uma experiência considerada uma das melhores da região.
Descanso para a Próxima Aventura
Após o retorno à portaria, seguiremos para o distrito do Baixão, nosso próximo pernoite. Lá, você terá todo o descanso necessário para a próxima e emocionante aventura, a Cachoeira da Fumacinha, que nos aguarda amanhã.
Quilometragem aproximada: 06 KM
Dia 5 – Baixão / Cânion do rio Una / Cachoeira da Fumacinha / Baixão
O Ápice da Aventura: A Jornada para a Fumacinha
Chegou o momento do ápice da Trilogia Chapada! Após um café da manhã reforçado no Baixão, partimos para a emocionante trilha de 16 km da Cachoeira da Fumacinha, no extremo sul do Parque Nacional. O percurso é feito em sua maior parte dentro do impressionante Cânion do Rio Una, um espetáculo natural que nos presenteia com diversas quedas e poços para banho, como o Poço da Cachorra e a Cachoeira do Encontro.
A Inesquecível Fumacinha e a Transição da Trilogia
Após uma caminhada de aproximadamente 3 horas, nos deparamos com a inesquecível Cachoeira da Fumacinha. Considerada por muitos a mais bela do Brasil, sua majestosa queda d’água forma um poço perfeito para um banho revigorante e fotos incríveis. A Cachoeira cai em forma de um véu fino, dando a impressão de ser praticamente um espelho. O canto escuro em que a Cachoeira se localiza também é um charme a mais, já que os tons esverdeados do musgo milenar se destaca no fundo do cânion. A trilha de retorno se dá pelo mesmo caminho. O esforço é recompensado ao chegarmos no Baixão, onde um transfer nos leva a Mucugê para pernoite.
A jornada de trekking da trilogia se encerra aqui, mas nossa aventura na Chapada Diamantina continua. Amanhã, nos espera o Poço Azul, o grand finale relaxante e mágico desta experiência.
Dia 6 – Mucugê / Andaraí / Poço Azul/ Lençóis
O Grand Finale: Magia e Sereneidade no Poço Azul
A grande jornada da Trilogia Chapada chega ao seu fim de forma sublime. Sairemos de Mucugê por volta das 9h para uma viagem em direção à região leste da Chapada Diamantina, passando pelo município de Andaraí. É lá que nos espera o icônico Poço Azul, o ponto alto para fechar o roteiro com chave de ouro.
Com uma beleza indescritível, a caverna do Poço Azul revela um fenômeno natural impressionante e tesouros arqueológicos, como fósseis de milhares de anos. A mágica da luz que pinta a água em um tom de azul profundo convida a um banho de 20 minutos, uma experiência que será, sem dúvida, um dos momentos mais marcantes da sua viagem. Após esse mergulho na história e na beleza, o transfer nos levará de volta a Lençóis, onde a nossa aventura de 6 dias chega ao fim. Que as memórias desta jornada épica permaneçam com você.
Quilometragem aproximada: 3 KM
Quilometragem total: 58 KM
Informações importantes
O que está incluso?
- Transporte de deslocamento pela Chapada Diamantina (finalizando em Lençóis
- Hospedagem (Vale do Pati, Guiné e Baixão)
- Alimentação completa durante a trilha do Vale do Pati (Café da Manhã, Lanches e Janta)
- Café da manhã nas pousadas de Guiné e Baixão (Janta também inclusa no Baixão)
- Guia local especializado
- Seguro Aventura
- Taxas de visitação dos atrativos
O que não está incluso?
- Evacuação Médica
- Carregadores pessoais
- Itens de uso pessoal (mochilas, capas de chuva, lanternas, saco de dormir, etc)
- Consumo pessoal nas casas dos nativos
- Janta e Lanches nos dias após o Vale do Pati, nesses dias, as referidas refeições são por conta do visitante
- Hospedagens antes e depois do roteiro
Sobre o investimento
- Grupo com 2 pessoas; R$ 4.200,00 por pessoa.
- Grupo com 3 pessoas; R$ 4.000,00 por pessoa.
- 4 pessoas ou mais; R$ 3.800,00 por pessoa.
- R$ 3.800,00 à vista no Pix, Dinheiro ou Boleto. Parcelamos em até 4x com acréscimo de 6% no valor e até 10x com acréscimos de taxas por parcela (consulte); SAÍDAS DE LENÇÓIS OU PALMEIRAS.
- As reservas serão feitas mediante o pagamento de 30% do valor da trilha à vista (R$ 1100);
- Os grupos deverão ter no mínimo 2 pessoas (Se você estiver sozinho, basta procurar uma data na aba “Próximas Saídas”;
- Neste roteiro, consulte valores para grupos exclusivos de apenas 2 pessoas.
A reserva da vaga é feita pelo pagamento de 30% do valor total da trilha. Os outros 70% deverão ser pagos em até 24 h úteis antes da data selecionada para a trilha;
Para quem optar por parcelamento, o mesmo será feito de forma online, através da plataforma Pagbank (PagSeguro), ou presencialmente através da plataforma TON (Stone).
Agende sua trilha conosco
O que é o Vale do Pati?
O Vale do Pati é um dos trekkings mais bonitos do Brasil. Localizado entre as montanhas do Parque Nacional da Chapada Diamantina, suas trilhas levam a mirantes, cachoeiras, grutas, poços e paisagens inefáveis. Seus caminhos percorrem a história da comunidade do Vale do Pati, que moram na região desde muito antes da criação da reserva ambiental. Atualmente, é o terceiro trajeto de montanhismo mais feito no mundo.
Como funciona a Travessia do Vale do Pati?
A Travessia do Vale do Pati dispensa itens como barraca, saco de dormir e isolante, pois nos hospedamos nas casas dos nativos do Vale. Estimulando o Turismo Comunitário, a comunidade patizeira está de portas abertas para receber os turistas, incluindo, além das acomodações, deliciosos buffets durante o café da manhã e a janta. Durante as trilhas, nossos guias também preparam deliciosos lanches. As trilhas possuem entre 300 e 500 m de desnível positivo e negativo por dia, e nos levam a uma grande variedade de atrativos e paisagens deslumbrantes.
Como funciona a alimentação no Vale do Pati?
Os nativos são responsáveis por servir café da manhã e janta durante a trilha, e são as principais refeições do dia. Todas as refeições são pensadas em garantir uma imersão cultural ao visitante, com muitos pratos típicos do Nordeste e da própria Chapada Diamantina. Cuscuz, queijos, leite, biscoitos, frutas da estação, ovos caipiras, torradas, pães, tortas, bolos são esperados durante o café da manhã. Na janta, que é servida como almoço, esperamos uma grande variedade de cortadinhos, como o godó e mamão verde, pratos típicos da Chapada, além de feijão, arroz, saladas, macarronada, carnes vermelhas, de aves e suínos, farofas e etc. São refeições dignas de um restaurante com estrela Michelin.
E qual o nível de dificuldade do Vale do Pati?
O roteiro possui nível de dificuldade moderado, com trechos específicos com dificuldade mais elevada. Caminhamos no geral cerca de 10 km por dia, com desnível entre 300 e 500 metros de elevação positiva e negativa por dia. Durante trilhas como o Morro do Castelo, é necessário a utilização das mãos para alcançar pedras mais altas, a famosa “escalaminhada”. No entanto, o trajeto não apresenta trechos técnicos consideráveis. Por isso mesmo, o Vale do Pati embora exigente fisicamente, pode ser feito por qualquer pessoa, desde que tenha um condicionamento físico razoável.
Quantas horas caminhamos por dia no Vale do Pati?
A quantidade de tempo que levamos para chegar nos atrativos depende bastante do ritmo imposto pelo grupo. Quanto melhor o condicionamento e experiência prévia, mais rápido em geral é a caminhada durante o dia. Numa média geral, contando o tempo de paradas, caminhada, fotos e piquenique, caminhamos por volta de 8h por dia.
Qual o preparo físico necessário para fazer o Vale do Pati?
Embora não seja uma trilha de difícil nível técnico, o Vale do Pati é exigente fisicamente. Raramente encontramos trechos planos pelas trilhas, e em sua maioria subimos e descemos por elevações que variam de 200 a 400 metros. Não é necessário experiências prévias, mas um sistema cardiovascular fortalecido é o maior aliado de um trilheiro em caminhos com elevação razoável. Portanto, recomendamos costume e práticas com exercícios aeróbicos.
Existe sinal de celular no Vale do Pati? E internet?
Durante o Trekking do Vale do Pati, não temos sinal de celular nem internet. As casas são equipadas com placa solar apenas para uso básico de equipamentos que auxiliam na vida dos patizeiros, como lâmpadas e geladeiras. A internet no Vale existe, mas é de uso exclusivo da comunidade e dos guias.
Estou sozinho. Como posso participar do Trekking do Vale do Pati?
Se você está sozinho, o ideal é se unir a um grupo. Temos saídas todas as semanas para o Trekking do Vale do Pati, e você pode participar de nossas vivências que vão de 3 a 5 dias, ou escolher nossos roteiros com Fumacinha e Buracão que vão de 5 a 8 dias. Acreditamos que todas as vivências em grupo são muito mais enriquecedoras que sozinho.
Como faço pra chegar no ponto de encontro para ir pro Vale do Pati?
O ponto de encontro para sairmos para o trekking se dá nas cidades de Lençóis ou Palmeiras, municípios às margens da BR 242. A forma mais fácil de chegar até nós é pegando um ônibus em Salvador até os munícipios, oferecidos pela viação Guanabara, que opera 4 ou mais horários por dia, a depender da época. Além dessa opção, também existem voos operados pela Azul de Confins e Salvador para o aeroporto de Lençóis.
Qual o tamanho dos grupos no Vale do Pati?
Os grupos são de variados tamanhos para o trekking do Vale do Pati, mas em via de regra, cada guia fica com até 5 turistas. Essa proporção de guias e turistas é muito importante para que cada guia consiga dar atenção devida a cada visitante do Parque, tanto em termos de suporte como de passar informações de segurança e de curiosidades sobre a trilha.
O que está incluso nos roteiros do Vale do Pati?
Pensando na maior comodidade e otimização dos roteiros para o Vale do Pati em relação aos visitantes, nossos pacotes incluem transporte saindo e voltando por Lençóis ou Palmeiras, alimentação completa durante o trekking com 3 refeições por dia, guias locais qualificados para atuar em ambientes remotos, hospedagem na casa dos nativos e um seguro aventura de brinde. Ou seja, tudo que você vai precisar durante a caminhada.
Posso guardar objetos extras que não irei precisar para a trilha do Pati?
Sim, pode. Nosso hostel parceiro Buena Vibe Hostel oferece serviço de guarda-volumes para quem precisa.
O que preciso levar para a trilha do Vale do Pati?
A Checklist para o trekking do Vale do Pati é bem resumida. Como já temos apoio e suporte por parte dos nativos em relação a pernoite e alimentação, nos resta apenas cuidar de itens básicos para garantir uma caminhada confortável.
Indicamos trazer algumas mudas de roupas para caminhada e pernoite na casa dos nativos, bem como acessórios extras como corta-vento, capa de chuva ou Anorak para frio ou clima adverso. Demais itens como protetor solar, chapéu, repelente, lanterna de cabeça também não podem faltar. Em geral, as mochilas variam de 6 a 8kg.
Como funcionam as acomodações no Vale do Pati?
As casas de apoio possuem quartos compartilhados e quartos privativos. Os quartos compartilhados possuem entre 4 e 8 beliches, e temos colchões, travesseiros, roupa de cama e banho nos quartos. Nos quartos privativos, geralmente apenas a estrutura para um colchão de casal com roupa de cama e banho. Os quartos não possuem tomadas próprias, e o carregamento dos celulares devem ser realizados em áreas comuns. Atenção; os quartos privativos são prioridade dos casais.
A Cachoeira da Fumacinha e do Buracão ficam no Vale do Pati?
Não. Embora oferecemos roteiros que incluem Vale do Pati, Buracão e Fumacinha, é incorreto dizer que esses atrativos ficam dentro do Vale do Pati. Buracão e Fumacinha fazem parte do Sul do Parque, e estão inseridos no município de Ibicoara. Oferecemos toda a logística de transporte na Chapada Diamantina através do roteiro Trilogia Chapada, que pode ser feito entre 5 e 8 dias, contando com Vale do Pati 3 ou 5 Dias e Sul do Parque.
Como funciona a logística para o roteiro de Vale do Pati com Fumacinha e Buracão?
Ao sair do Vale do Pati, pegamos um transporte rumo à cidade de Ibicoara no dia seguinte a finalização do trekking. Nos hospedamos na casa dos nativos do Baixão em Ibicoara, que possuem estruturas semelhantes a pousadas. Lá, assim como no Vale, também é servido jantar e café da manhã. Após realizarmos os roteiros, seguimos para o pernoite na cidade de Mucugê, onde teremos hospedagem com café da manhã e janta por conta de cada visitante.
Qual a diferença entre os roteiros de 3 e 5 dias no Vale do Pati?
Os roteiros de 3 e 4 dias no Vale do Pati incluem um circuito de 360° passando por alguns dos principais pontos de referência do Vale. No entanto, é no roteiro de 5 dias que realizamos a Travessia do Vale do Pati, entrando pela face Oeste do Vale, em Guiné, e terminando no lado Leste, na histórica cidade de Andaraí. Além disso, quanto mais dias, mais atrativos visitados. No roteiro de 5 dias, a grande diferença é a visita ao Cachoeirão por Baixo, um dos cânions mais incríveis da Chapada Diamantina, além da Ladeira do Império, que possui alguns dos mirantes mais bonitos para o Vale e para a cidade de Andaraí.
Qual a diferença entre os roteiros de 5 e 8 dias no Trilogia Chapada?
O roteiro de 5 dias do Trilogia Chapada engloba o pacote de 3 dias no Vale do Pati, além dos roteiros do Buracão e da Fumacinha no Sul da Chapada Diamantina. Já os roteiros de 6 e 8 dias, agregamos além do Buracão e da Fumacinha, um pernoite extra na cidade de Mucugê, e a visitação do Poço Azul e Poço Encantado. Além disso, no roteiro de 8 dias, conhecemos o Vale do Pati em 5 dias ao invés de apenas 3 dias.
Com quem irei fazer as trilhas?
Nossa agência foi fundada e idealizada por Alexandre Freire, Montanhista e Historiador no Parque Nacional da Chapada Diamantina. Todos os guias foram rigorosamente treinados em cursos como o da NBR 21102, por instrutores como Helder Madeira, ex diretor de uma das maiores organizações de Turismo de Aventura no Brasil, a OutWard Bound. Além disso, todos os guias também possuem Curso de Resgate em Áreas Remotas, oferecido por empresas como Med Extrema e WMA Brasil, referências em saúde em áreas remotas. Além de cursos de curta ou média duração em história, geologia, geografia e demais aspectos sobre o Parque Nacional.










